Mc Donald's | Nine o'clock
Posted: 28 de maio de 2010 by A.P.Lomonaco in Marcadores: Campanhas/Propagandas, Mc Donald's, propaganda
Encantadora essa propaganda do Mc Donald’s nos EUA, que tem mostrado esforço em desenvolver campanhas/ações mais humanas e menos agressivas em termos de venda.
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iPad + Velcro: uma combinação de sucesso
Posted: by A.P.Lomonaco in Marcadores: cross selling, inovação, Tecnologia/Internet/AplicativosiPad + Velcro from Jesse Rosten on Vimeo.
Uma boa ação de cross selling!
Quando duas coisas úteis, juntas, tornam-se ainda mais úteis! Confira o vídeo.
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Chuva de Twix
Posted: 26 de maio de 2010 by A.P.Lomonaco in Marcadores: brand experience, Marketing de Guerrilha/Buzz MarketingFaltam 3 dias para a chuva de Twix, uma ação de guerrilha (com uma mistura de ARG) realizada pelo chocolate Twix. Será realizada no dia 30 de Maio, na avenida Paulista, exatamente 1 mês depois dos enigmas que rodeavam o site da ação, com dicas do que/onde/quando seria essa chuva de Twix.
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A cultura passageira e a eterna busca pelo hype momentaneo
Posted: by Finho in Marcadores: consumo, cultura, internet, Mídias Sociais, Tecnologia/Internet/Aplicativos, Tendencias/ComportamentoA internet disseminou duas novas formas de criação e consumo de cultura. A primeira é a porta escancarada para que amadores possam criar livremente e os maiores exemplos dessa manifestação são os blogs, as wikipedia e as redes sociais. Pessoas que se atualizam via blogs, wikipedia ou afins consguem praticamente qualquer informação sobre qualquer nicho com agilidade e profundidade. Essa maneira de criar recebe merecidamente muita atenção da mídia porque ela altera de forma radical, o padrão de consumo de mídia estabelecido durante séculos.
O segundo exemplo é marcado pela dispersão e pelo disperdício da informação. Estamos criando uma cultura de clicadores, referenciadores, curadores, linkers e espectadores blasés que decidem em segundos se irão assistir e participar de algo ou não.
Imagine se as pessoas fossem ao teatro ou ao cinema e saíssem das sessões ou das peças após os seis primeiros segundos? Imagine se os leitores largassem os livros após a conclusão do prefácio?
A maioria das pessoas que assinam um feed ou serviço online acabam quase nunca utilizando-o. A vasta maioria de filmes do Youtube são vistos por poucos segundos. O Chatroulette instutucionalizou a mentalidade do ver e clicar e acredito que mais da metade de pessoas que começaram a ler esse post não irão ler até o final.
Todos esses dados são fáceis de medir e levam os criadores de conteúdo a se questionarem frequentemente: Devo escrever sobre algo que irá aumentar o minha audiência ou sobre algo que irá mudar a forma como alguns poucos pensam?
Cada vez mais, observamos produtos e serviços sendo desenhados para captar a atenção imediata dos clickers. A Globo.Com e o Terra frequentemente transformam histórias complexas em matérias superficiais, sensacionalistas e que servem de "linkbait". Essa estratégia conquista pageviews, mas será que gera reflexão ou mudança?
Quem cria conteúdo deve correr atrás de pessoas que clicam e rapidamente vão embora? Manipular a atenção de milhares de internautas heavy-switchers é uma estratégia viável a longo prazo?
A revista Time começou a transformar sua capa e o seu conteúdo para aumentar o volume de vendas nas bancas. Talvez, essa seja uma solução eficiente a curto prazo, mas a revista está condenada porque o novo público alvo que a revista está tentando atingir não presta muita atenção nas materias e portanto, a publicação se torna menos atrativa para os anunciantes.
Meu receio é que a eterna busca pelo hype do momento permeie a nossa cultura e ao mesmo tempo, convença os profissionais de marketing a se tornarem mais simplistas. Seguindo essa tendência, os artistas, profissionais de marketing e criadores de conteúdo em geral estão esquecendo-se da sua essência, das suas ideias originais e polêmicas, focando-se exclusivamente na tentativa de conquistar legiões de fãs. Fãs que futuramente irão espalhar o conceito e gerar retorno.

Os conteúdos estão se disseminando cada vez mais rapidamente e de forma mais superficial durante anos e eu não sou o primeiro a questionar a ausência de reflexões e experiências profundas. Apesar disso, a questão não é a velocidade ou a superficialidade em si, mas a escolha de uma audiência transitória e infiél em detrimento de um público seleto e relevante que pode mudar mentalidades, criar paradigmas e espalhar ideias importantes. Por qual direção, o criador de conteúdo deve direcionar seu investimento?
A cultura passageira é veloz e gratuita. Quando não há comprometimento com o dinheiro ou o tempo na interação, a mudança de pensamento pode realmente acontecer?
Uma empresa de caridade deve focar em doações instantaneas a partir do envio de SMS para milhares de pessoas ou é mais produtivo dedicar atenção ao suporte oriundo de poucos que compreendem a missão e abraçam a causa?
Na escolha entre "quem" e "quantos", o "quem" deve nortear as suas decisões se o seu objetivo é cativar as pessoas com a produção de informação. Encontre as pessoas certas - as que estão dispostas a ouvir o que você quer falar e ignore as massas que apenas irão folhear o seu conteúdo e permanecer imutáveis.
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Huggies Jeans Diapers
Posted: by A.P.Lomonaco in Marcadores: campanha, Campanhas/Propagandas, comercialComercial para divulgar a edição limitada de fraldas jeans da Huggies. A criação é da JWT NY. Para uma propaganda de fraldas, bem diferente.
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Coca Cola Light: Cocacolero
Posted: 25 de maio de 2010 by A.P.Lomonaco in Marcadores: campanha, Campanhas/Propagandas, Coca Cola, Virais
Para acabar com o preconceito masculino em relação a produtos light/diet, a Coca Cola lançou na Argentina, Chile e Uruguai uma campanha que convida os homens a serem valentes e darem seu primeiro gole da bebida light, ao som de “little respect” do Erasure.
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