Marketing de Guerrilha| Diesel e sua campanha Be Stupid

Posted: 7 de maio de 2010 by A.P.Lomonaco in Marcadores:
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As campanhas da Diesel tem como tema o conceito Be Stupid. Seguindo essa linha, a marca de roupas fez uma ação de guerrilha na Europa um tanto quanto curiosa.
Na Suíça, montou blocos de gelo contendo uma calça jeans. Quem conseguisse tirá-la de lá, ficava com a peça. Fizeram de tudo pra conseguir a calça. Vale a pena ver o vídeo.

Site traz os melhores videos da Web, eleitos via Twitter

Posted: 6 de maio de 2010 by Finho in Marcadores: , , , , ,
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A reprodução de vídeos na internet é um grande negócio. Nos últimos anos, tivemos um crescimento extraordinário tanto na quantidade de vídeos produzidos diariamente, quanto no tamanho da audiência.

Costumo dizer que a internet é movida a um sistema de filtros. As pessoas que dizem que "na internet só tem bobagem" geralmente dispoêm de pouca habilidade para filtrar o que de fato é relevante e o que não é.

O grande exemplo de streaming na internet, sem dúvida é o Youtube, mas aos poucos, o Hulu vem conquistando o seu espaço. A ideia de apresentar apenas vídeos oficiais de séries foi rapidamente abraçada pelos internautas. É uma pena que o serviço seja restrito à usuários americanos.

Já que o Youtube conta com praticamente qualquer tipo de vídeo e o Hulu conta apenas com vídeos oficiais de série, existe uma lacuna para algum tipo de site que reúna os melhores vídeos do Youtube (tanto os caseiros, como os oficiais). Essa foi a premissa para a criação do Zoofs.

O Zoofs não é um site completamente inovador, mas os seus criadores tiveram uma ideia muito inteligente: Juntar o imenso volume de vídeos uploadados do Youtube com um método de recomendação e avaliação do Twitter. Assim, a página agrega os vídeos mais comentados, recomendados e retuítados do Twitter criando um filtro natural na webesfera.

É como se fosse aquele seu amigo mala que envia videos para o seu e-mail profissional, mas nesse caso, o seu amigo mala é uma entidade composta por diversos internautas, o que gera um filtro muito mais poderoso e eficiente.

O site ainda permite a disposição dos vídeos por categoria, que o usuário visualize o que as pessoas estão falando sobre o vídeo, o número de RTs e os comentários no Twitter.

Com a tecnologia disponível para todos, nem sempre uma boa ideia precisa ser altamente criativa. A partir da combinação de duas excelentes plataformas já existentes, o Zoofs aparece como um empreendimento novo de imenso potencial.

Renner | Dia das Mães

Posted: 5 de maio de 2010 by A.P.Lomonaco in Marcadores: , ,
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Não sei que tipo de efeito esse anúncio da Renner para o dia das mães causa no público masculino, mas para qualquer mulher (que já é mãe ou que deseja ser um dia) certamente é bastante emocionante. Eu, particularmente , achei linda e tocante.

Desenvolvida pela agência Paim, com produção da O2 Filmes.

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Post adaptado do Blog para 4

Que me desculpem os patriotas, mas se tem duas coisas que eu admiro nos nossos hermanos são o futebol e a publicidade.
Rivalidade à parte, acredito que nós apresentamos muitas semelhanças com os argentinos e que os sulamericanos, por mais que seja dolorido para alguns, são muito mais parecidos entre si.

A peça veiculada nas televisões argentinas conta com uma fórmula praticamente perfeita: Aborda as questões culturais do país colocando-as em um nível de inferioridade em relação às nações européias. Entretanto, quando o tema futebol surge no contexto, a Argentina é citada pelos europeus com um tom de admiração e quase ceticismo.

O filme provoca arrepios e deixa os olhos marejados porque nos recorda de que existe um campo em que somos referência, onde podemos nos esquecer dos infortúnios das nossas vidas de países subdesenvolvidos e mostrar ao mundo que sentimos orgulho. Atacamos a bola como se fosse o último prato de comida e dividimos as bolas como se não houvesse amanhã.

O texto da peça veículada para o canal TycSports é poderoso e tocante e a música confere o tom ideal de emoção/dramaticidade ao anúncio. Quem já viu "Requiem para um Sonho" dirigido por Darren Aronofsky certamente tem calafrios quando ouve essa canção.

Também é interessante notar que algumas cenas brilhantes do filme, como o futebol de meia na rua, poderiam estar falando do nosso futebol canarinho, do nosso povo e da nossa cultura.

Promoção no varejo- preço inacreditável

Posted: 4 de maio de 2010 by A.P.Lomonaco in Marcadores:
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Simples e genial, esse comercial da VW foi desenvolvido pela DDB de Londres para comunicar o preço baixíssimo do Polo.

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Vulcão ensina a precificar na internet

Posted: 3 de maio de 2010 by Avz in Marcadores: , , , , , , , , , , , ,
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Ao tentar vender no meio digital, produtores sempre encontraram certa resistência dos consumidores em desembolsar por aquilo que provavelmente pagariam numa loja ou na rua. Versões com menos funcionalidades, data para expirarem ou com propagandas são tentativas de eficácia duvidosa para alavancar a venda de jogos, programas, assinaturas de site, etc. A situação aparentemente melhorou com os aplicativos de telefone celular, mercado no qual os produtores perceberam que podiam cobrar pouco e ganhar na quantidade.

Sob esse cenário o mercado de livros e publicações chega ao meio digital, tanto pelos celulares quanto pelos e-readers (Kindle, Ipad, etc). E, apesar de ainda contar com pouquíssimos usuários, uma certeza inesperada vem à tona: preços radicalmente diferentes serão cobrados por conteúdos idênticos. Um exemplo interessante é o da Lonely Planet, editora de guias de viagem.

Como mostra a reportagem da TechCrunch (http://tcrn.ch/ckr7zz), o guia de cada cidade era vendido a US$ 16,00 através de aplicativos de Iphone, o que fazia sentido, uma vez que o conteúdo é o mesmo daquele vendido nas livrarias e ainda há mobilidade e uma eventual facilidade de conexão com mapas. Mesmo competindo com empresas de baixo preço, a empresa acreditava que seu conteúdo era diferenciado e, de fato, os guias vendiam relativamente bem e os diretores estavam contentes com o desempenho digital de seus produtos.

Quando o vulcão islandês entrou em erupção, a empresa decidiu dar de graça os guias de algumas cidades, de forma a ajudar turistas que se viram obrigados a ficar longe de casa. Ao analisar o resultado de sua ação, a Lonely Planet percebeu que sua receita cresceu no período em questão, porque muitos turistas que baixaram os aplicativos grátis também compraram outros, pelos quais se cobrava. A decisão, então, foi baixar o preço de seus guias online: pelas cidades européias passou a ser cobrado US$ 6,00 e o preço do aplicativo para Ipad foi de US$ 20,00 para US$ 8,00.

Se compararmos o preço online atual com o dos guias físicos (algo entre US$ 15,00 e US$ 20,00 na Amazon), percebemos que o vulcão ensinou algo inesperado para a Lonely Planet e sinalizou um possível caminho para todo o mercado.

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Como direcionar a busca pelo seu nome no Google

Posted: by Finho in Marcadores: , , ,
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Hoje em dia, o mercado de buscas tem um líder inquestionável. Em uma rápida ascenção, o Google se tornou o queridinho de grande parte dos usuários da web e o seu método de busca está próximo do ideal. O sistema que privilegia os sites com o maior números de cliques acaba funcionando na maioria das vezes e o usuário geralmente encontra rapidamente o que busca.

Nesse darwinismo tecnológico, os sites que possuem o maior número de acessos tem cada vez mais chances de serem clicados e os sites que possuem o menor número de acessos, tem cada vez menos chances de aparecer. Além disso, os sites que aparecem no topo do ranking são mais vistos com bons olhos pelos internautas, ou ao menos, são vistos pelos internautas.

Além de empresas, produtos, marcas e serviços, costumamos buscar nomes pessoais no Google. Se inicialmente o ato era um hábito de desocupados ou curiosos acerca de um pretendente, atualmente a prática é bastante comum e não se restringe à fins pessoais. Se você acha que em uma entrevista de emprego, o selecionador não irá visitar o seu perfil nas redes sociais ou escrever o seu nome no Google, pense de novo.

Pensando principalmente no lado profissional das buscas e visando o estabelecimento de uma verdadeira identidade virtual, o site Vizibility oferece um serviço inusitado. O usuário consegue visualizar quais resultados aparecem quando você busca o seu próprio nome e a partir daí, ele pode filtrar o que mais lhe agrada, retirando os resultados em que o nome aparece de forma constrangedora.

A partir daí, o site gera um botão "Google Me" que ao ser clicado, apresenta apenas os resultados pré-selecionados pelo usuário. Esse botão pode ser adicionado em qualquer lugar da web, como sites pessoais, redes sociais profissionais entre outros.

Apenas para esclarecer: Esses resultados não serão efetivamente retirados da busca oficial no Google, mas não aparecerão na busca do botão "Google Me".

Fico bastante receoso perante a esse serviço oferecido pelo Vizibility. Por um lado, acho maravilhosa a ideia da criação de um botão que remeta à uma busca específica. Sempre quis ter um Google Me!. Em contrapartida, não sou muito fã da ideia de você poder controlar os resultados oriundos da busca em seu nome. Em primeiro lugar, essa atitude vai em uma direção completamente oposta à busca orgânica do Google explicada no segundo paragráfo desse post; é como se ferisse a essência do Google. Se a busca mais popular contendo o seu nome é: Eu odeio (seu nome), isso deve dizer algo sobre você e os outros tem o direito de saber isso.

Complementando essa ideia, a sua identidade, seja ela real ou virtual, é formada por uma série de características negativas e positivas. Se todo mundo usar o serviço, ninguém acreditará nas buscas resultantes do botão Google Me, pois saberemos que trata-se de uma busca bastante enviesada. Por sinal, se você é uma empresa ou pessoa, preste atenção nas suas qualidades negativas, reflita sobre elas e tente evoluir. Não tente milgarosamente apagar tudo o que falam de você.

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